domingo, 9 de dezembro de 2012

A árvore de cada um

A árvore de cada um é aquilo que lhe convém. Pode ser com um tronco enorme, ou cheia de flores. Pode ter mangas suculentas.  Pode até falar, se mover como se as raízes fossem suas pernas. A árvore de cada um pode ser o próprio corpo, o próprio pensamento, o próprio espírito. Penso como seria a minha árvore quando era criança. Acho que deve ter sido de algodão-doce. Mas também pode ter sido uma árvore dançarina, ou quem sabe, uma árvore de brinquedo. Penso como é minha árvore agora. Minha árvore deve ser enorme, pela quantidade de sonhos que há dentro dela. Deve ter livros, com certeza, pendurados em seus galhos. Não é uma árvore parada não. Suas raízes andam conforme o vento, às vezes para um lado, às vezes para outro. Minha árvore tem todas as minhas alegrias e minhas tristezas. As alegrias são como flores que embelezam a todo instante. As tristezas se perdem como folhas secas a voar. Não sabem onde pousar. Minha árvore deve ser tudo que sou, e também tudo o que serei.

(Palavras inspiradas no livro "A árvore", de Bartolomeu Campos de Queirós)

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Lançamento do livro "Cartas Bordados e Tramas de Ideias" na Feira do Livro de NH

 Professoras de Rede Municipal de NH que tiveram suas cartas publicadas

Livro com cartas selecionadas dos participantes do Curso de Extensão da UFRGS "Procedimentos didático aplicáveis em cultura afro-brasileira". Nas imagens abaixo a carta que escrevi.



terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Lendo Imagens e criando histórias







Adoro livros só com imagens. Conseguimos viajar e compreender de maneiras diversas. Cada criança dá a sua primeira impressão quando vê uma imagem. Geralmente, se você pergunta de novo, a resposta já é outra. Ler imagens exercita o ato de observar, a sensibilidade da criança. A partir dessa premissa fiz a proposta de que os alunos contassem as histórias apresentadas apenas por imagens. O trabalho foi surpreendente. Incrível como conseguem dar asas à imaginação tão facilmente.
A segunda proposta com o trabalho da leitura de imagens foi a composição de cena a partir de um recorte de ilustração literária. Em duplas, os alunos receberam um recorte de uma ilustração (recortes do cartaz da Exposição 8º Traçando Histórias que ocorreu na Feira do Livro de Porto Alegre este ano) e deveriam compor uma cena. Um dos trabalhos é a última foto que está aí. Os trabalhos ficaram muito criativos.



As luvas mágicas do Papai Noel

A magia do Natal encanta a todos! Nada como uma bela história de Natal para emocionar os pequeninos. A história de Alessandra Klein e Cláudio Mourão, com ilustrações de Giselle Federizzi Barcellos, mostra as luvas com poderes super especiais. Quem usa as luvas aprende a Língua dos Sinais. O primeiro a aprender é o próprio Papai Noel, depois algumas crianças, pois a tarefa é a seguinte, sempre passar adiante as luvas para que outros possam aprender.
Não consegui luvas azuis como as do livro, mas as luvas brancas ajudaram as crianças a entrarem no clima. No final da história tem um pequeno Glossário com algumas palavras em Libras que ensinei para as crianças.
Como o livro fala de luvas, cada aluno desenhou suas mãos que serviram como suporte do desenho. Na palma da mão desenharam a história e também que outros poderes dariam às luvas mágicas. Eles inventaram cada coisa!
Alguns resultados do trabalho:










Encerramento do Laboratório de Autoria - Módulo II



Mais um semestre de Laboratório de Autoria finalizado. Grandes escritores coordenados pelo professor e escritor Celso Sisto. Grandes amigos e belas obras literárias prontas!

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Contação de histórias na 30ª Feira do Livro de NH




Dia cheio com quatro sessões de contações de histórias na 30ª Feira do Livro de Novo Hamburgo! Contei as histórias "A tartaruga e a fruta amarela" (Ricardo Azevedo), "O elefante e a tartaruga" ( Celso Sisto) e  "Maroca e Deolindo" (André Neves).

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Uma princesa nada boba - Luiz Antonio


Luiz Antonio conta a história de Odara, que diz se chamar Stephanie e vive a se preguntar:
"-Por que eu não podia ser igual a uma princesa?
Caixinhos dourados.
Longos fios escorridos.
Narizinho pontudo."
Na casa da avó conheceu Oxum que lhe mostrou o seu Abebé (espelho).
Olhando no abebé viu Oyá, Nzinga, viu a avó de sua avó, e tantas outras princesas. Lindas, negras e nada bobas. Depois disso olhando seu reflexo no rio pensou: "Sou uma princesa."
Brincadeira: AMAMBA

Contação da história
 Complementação da história com o livro Omo - Oba - Histórias de Princesas


Desenho compartilhado: Princesas da África

Que maravilha contar esta história sobre princesas nada bobas! As crianças curtiram muito. 
Legal eram eles fazendo o trabalho e cantando a música que aprenderam semana passada: Sani bonami, aiô, aiô. Parecia um coral. A África invadindo o coração de todos com suas músicas, brincadeiras e histórias!